Paulista para a Década da Cultura de Paz - um programa da UNESCO
25 de Maio, 2004
As incertezas e a perplexidade que afligem a maioria da população, acuada pelos problemas de sobrevivência, e a urgência com que exigem respostas aos desafios existenciais constituem um estímulo para pensar criticamente em nossa realidade controvertida e contraditória. Para alguns seria o fim da História, enquanto que, para outros, é o início de uma nova fase na evolução da humanidade. Incertezas, instabilidade e contradições aparentemente insolúveis levam os indivíduos a perder a confiança em si, nos outros e no governo da sociedade. “Tudo o que é sólido se desmancha no ar” já dizia Marx, há 150 anos. O desmanche continua, desde então, em ritmo e intensidade acelerados, configurando uma situação de caos. Onde encontrar as respostas às dúvidas existenciais, às interrogações cruciais de cada indivíduo pensante: Quem somos? De onde viemos? E para onde vamos?”
Sartre ensinou que os seres humanos nascem para serem livres. Mas liberdade implica também em responsabilidade. Somos os responsáveis pelo que fazemos ou deixamos de fazer. Agindo e pensando sobre nossa realidade, a transformamos e a nós mesmos, encontrando sentido para nossas vidas. Sem uma orientação que guie nossas ações, a vida no mundo de incertezas torna-se um pesadelo, cheio de paradoxos e violência, sobretudo para a juventude angustiada e aparentemente incapaz de decifrar enigmas, para os quais nem a ciência nem a religião oferecem respostas satisfatórias.
A vida nos ensina que elaboramos nossos valores e, com base nestes, em convívio e cooperação com os outros, encontramos os diferentes sentidos da vida. Não há satisfação maior para o indivíduo do que quando ele se sente aceito e valorizado, fazendo parte de um todo maior.
A premissa central de nosso discurso postula, contra qualquer determinismo, que toda a realidade é uma construção social e, como tal, pode ser destruída e reconstruída. Os impactos dramáticos do desenvolvimento desigual, aumentando o fosso entre os ricos e os pobres, ajudaram a lançar a reivindicação central de nosso tempo – direitos humanos – não como uma visão utópica ou idealista, mas como condição básica para a sobrevivência da sociedade e a sustentabilidade de suas instituições.
Esse é o cerne de uma ética universal que transcende todos os outros sistemas de crenças e valores, como síntese da consciência humana, ciente da preciosidade de todas as formas de vida e da necessidade de cooperação, solidariedade e interdependência. Essa ética é fundamentada em valores de alcance universal – a conquista do bem-estar e da felicidade, através da liberdade (no sentido pregado por Amartya Sem). Ela se refere a um devir, uma visão do futuro da humanidade que tem inspirado os pensadores libertários, desde Thomas More, os socialistas utópicos (Fourier, Saint Simon e R. Owen), até os defensores do socialismo científico, baseado no materialismo dialético.
O desmoronamento da ex-URSS teria eliminado a utopia do pensamento e das aspirações contemporâneas?
Henrique Rattner é licenciado em Ciências Sociais e mestre em Sociologia, com doutorado em Economia Política (USP) e pós-doutorado em Planejamento Urbano e Regional (MIT/EUA). Foi Coordenador do Programa ProLides Brasil da ABDL – Programa de Liderança e Desenvolvimento Sustentável no Mercosul. É professor titular aposentado da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (São Paulo) e da Faculdade de Economia e Administração (USP) e Professor Emérito da ECEME (Escola de Comando e Estado Maior do Exército). Foi coordenador do NAMA – Núcleo de Pesquisa em Economia, Sociedade e Meio Ambiente, coordenador de pesquisas e consultor de instituições nacionais (CNPq, FINEP, MCT, SEPLAN/SP, SENAI, SEBRAE) e internacionais (ONU, UNESCO, Banco Mundial). Publicou mais de 20 livros e mais de 200 artigos em revistas e jornais, nas áreas de política científica e tecnológica, economia e sustentabilidade.
ENTRADA FRANCA
25 de maio de 2004 - terça-feira - 18 horas
Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo - Auditório Paula Souza
Av. Dr. Arnaldo, 715 - São Paulo - (Estação Clínicas do Metrô)
Realização: Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz - www.comitepaz.org.br
Prof. Dr. Henrique Rattner
Aluna Madalhista
22 de Maio, 2004
A aluna Marília Renato Carrera (7ª série - 2ª Turma), começou a fazer aulas de Ginástica Olímpica apenas como uma brincadeira, aos 5 anos de idade, e nunca mais parou.
Ela participou nos dias 24 e 25/07, dos Jogos Regionais de Ginástica Olímpica em Caraguatatuba.
Marília conquistou as seguintes medalhas:
>> Ouro – Equipe São Sebastião
>> Ouro – Individual geral
>> Prata – Salto sobre a mesa
>> Prata – Paralelas assimétricas
>> Prata – Solo
>>Bronze – Trave de Equilíbrio
Participou também do Campeonato Estadual de SP e conquistou o 1º lugar individual geral, com a somatória de 33,45/40, pela Academia Yashi.
Marília esteve presente na inauguração do SESC Pinheiros, onde o evento contou com a presença ilustre da ginasta Daiane dos Santos.
Junto com ela, alguns clubes e academias também estiveram presentes, apresentando algumas coreografias, fazendo uma grande festa!
Para quem se interessar, acesse o site: http://www.ginasticas.com/
Fica a Homenagem do Depto. de Educação Física, para que Marília continue a brilhar!!!
Veja as fotos:
>Aluna medalhista
Departamento de Educação Física
Postais celebram 137 anos do São Luís
18 de Maio, 2004
Durante todo o mês de maio serão distribuidos 30 mil cartões postais com imagens do Colégio São Luís (foto) e sua relação com a cidade de São Paulo ao longo do último século. A iniciativa acontece em comemoração aos 137 anos que o São Luís completou ontem. Com o slogam da campanha “Colégio São Luís, 137 anos. São Paulo, 450 anos. A cada instante outra história”, os cartões mostram o bonde utilizado pelos alunos para chegar à Avenida Paulista, onde está localizado o colégio, e o dia-a-dia dos estudandes com uniformes da época, entre outras imagens. No total são oito modelos diferentes de cartões distribuidos em diversos estabelecimentos de cultura e lazer do município.
Fonte: Diário de S. Paulo (16/05/2004)
A cada instante outra história
11 de Maio, 2004
Na história de São Paulo, as mulheres têm um papel a cada dia mais marcante em nossa cultura.
Para celebrar seus 450 anos, a Cidade promoveu a exposição “São Paulo Cidade das Mulheres”, na qual Cezira Colturato expôs suas telas da coleção “Gentes… Tonalidades”. A artista, que foi premiada na IV Biennale D´Arte Internalzionale di Roma, na Itália, realiza um trabalho de técnica mista sobre tela, mesclando desenhos realistas em grafite, óleo, pastel seco e colagens de materiais colhidos ao acaso, resultando em uma combinação surpreendente e criando situações interessantes em plano-relevo e tridimensionalidade.
Para comemorar seus 137 anos e homenagear as mulheres e mães que fazem a história do Colégio, o São Luís traz a Arte para o dia-a-dia de seus alunos com uma atitude inédita: uma exposição de Arte Contemporânea, na Galeria do Colégio.
A Arte é um presente para os nossos sentidos, e vai encantar nossos alunos, mães, pais, professores e funcionários.
Departamento de Comunicação
Aproveitem!!! A exposição vai até o dia 14 de maio.
Aconteceu no Colégio São Luís: lanche indígena
7 de Maio, 2004
Os alunos da 3ª série do E.F. participaram de um lanche índigena, e nada melhor que os próprios alunos para falarem o que aconteceu:
“Eu arrumei a sala para o melhor lanche do universo! O lanche indígena. Aí o sinal bateu e todo mundo se pintou de índio.” - Malu Miguel.
“No dia 29 de abril de 2004, no Colégio São Luís na 3ªs 3ªt, eu participei do lanche indigena. Eu observei que nós usamos os costumes dos índios e experimentamos seus alimentos.” - Julian.
“No dia 29/04/2004, na 3ªs 3ªt teve um lanche indígena de comemoração ao dia do índio. Começou às 15:30 e terminou às 16:30. Foi uma delícia. Eu experimentei bolo de mandioca, bolo de milho, tudo estava muito gostoso.
Espero que tenha mais lanches assim.” - Daniel Paulino de Almeida.
“Eu achei o lanche indígena uma ligação com o passado. Vi como os índios comiam.” - Isabel Castielo do Amaral.
“Fizemos uma união com o passado, comemoramos o dia do índio.” - Marina S. Riechelmann.
“No lanche tivemos que sentar como índios, comer como índios e nos comportarmos como os índios.” - Jilia Braum.
“Quando acabou, deu uma vontade de voltar no tempo para começar tudo de novo.” - Mariana S. Mendes.
“Eu amei, porque partilhamos a amizade. Dividimos tudo o que tinha.” - Alexandre Wakin.
Departamento de Comunicação
Alunos estudam Ciências no Laboratório
5 de Maio, 2004

“O terrário é um ecossistema artificial. Por meio dele é possívelestudar várias coisas que aprendemos em Ecologia.”

“No laboratório conseguimos estudar mais profundamente o que aprendemos em classe. Isto é muito bom, pois conseguimos compreender melhor a matéria.”

“O experimento do terrário é interessante pois estamos aprendendo sobre os insetos e as plantas.”

“Na dinâmica “Presa e Predador” nós compreendemos o que significa equilíbrio ecológico entre plantas, preás e jaguatiricas.”

“Por meio dos experimentos feitos no laboratório podemos comprovar e explicar os fatos que ocorrem na natureza.”

“Neste experimento estamos provando que o ar expirado contém gás carbônico. Veja o azul de bromotimol ficou amarelo!”

“Nós gostamos muito do laboratório porque é uma aula diferente, que nunca tivemos antes e onde podemos resolver as nossas dúvidas.”

“Estamos fazendo uma experiência para comprovar a importância da luz para as plantas.”

“Estamos aprendendo a focalizar uma lâmina usando o microscópio. Está técnica será muito importante para as próximas aulas!”

“As células da cebola parecem uma parede de tijolos! Concluímos que com o microscópio podemos observar quase tudo e principalmente coisas novas.”

“O experimento com as mariposas nos ajudou a compreender o que é seleção natural. Os organismos melhores adaptados ao ambiente têm maior chance de sobrevivência.”

“As aulas de laboratório são um ótimo meio de explorar a Ciência. Estamos preparando uma lâmina para observar os cloroplastos da Elodea.”
Departamento de Comunicação