Educação Infantil e 1.° ano do Ensino Fundamental

A Educação Infantil está organizada em quatro anos: Maternal II (2 anos), Maternal III (3 anos), Pré-Escola I (4 anos) e Pré-Escola II (5 anos), seguida pelo 1.° ano do Ensino Fundamental. Tem por objetivos desenvolver na criança uma imagem positiva de si, estimular a confiança na superação de suas limitações, estabelecer e ampliar as suas relações sociais, auxiliá-la a aprender a situar-se no universo cultural e letra­do, bem como a utilizar diferentes linguagens e a desenvolver suas capacidades cognitivas, sociais, emocionais e físicas.

Os aspectos abaixo citados embasam as relações pedagógicas, os cuidados, assim como os temas, as metodologias e proposições que constituem o modo de gestão dos grupos de crianças e da instituição, além da programação dos ambientes no dia a dia da unidade de Educação Infantil, ou seja, o seu currículo. Segue a organização curricular para a Educação Infantil constituída a partir de cinco aspectos:

1. Princípios da Educação Infantil:
• Éticos (autonomia, responsabilidade, solidariedade, respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades);
• Políticos (direitos de cidadania, exercício da criticidade, respeito à ordem democrática);
• Estéticos (sensibilidade, criatividade, ludicidade, liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais).

2. A indissociabilidade do educar e cuidar, pressuposto da Educação Básica como um todo, é um compromisso com a integralidade da educação dos sujeitos e de sensibilidade e responsabilidade com o futuro da humanidade e do planeta.

3. Interações e Brincadeiras: Tendo em vista a centralidade do brincar e dos relacionamentos na vida das crianças pequenas, esses dois eixos possibilitam as aprendizagens, o desenvolvimento e a socialização das crianças na Educação Infantil.

4. Seleção de práticas, saberes e conhecimentos: A seleção de práticas sociais, saberes e conhecimentos significativos e contextualmente relevantes para as novas gerações é uma obrigação da escola em uma sociedade complexa. As experiências que emergem da vida cotidiana dão origem aos conhecimentos a serem compartilhados e reelaborados. As propostas curriculares, em seus discursos e na sua operacionalização, também constituem as subjetividades de crianças e dos adultos, pois a formação pessoal e social não está dissociada da formação do mundo físico, natural e social.

5. Centralidade das crianças: A atitude de acolhimento das singularidades dos bebês e das crianças e a criação de espaço para a constituição de culturas infantis definem a centralidade da criança. As diversidades culturais, sociais, etárias, étnico-raciais, econômicas e políticas de suas famílias e comunidades, presentes em sua vida, precisam ser contempladas nos projetos educacionais. (Fonte: MEC)

Deve-se lembrar de que o 1º ano do Ensino Fundamental não pode ser confundido com a antiga 1ª série (ciclo de 8 anos). No 1º ano, as crianças são mais novas e, por isso, estudam no espaço da Educação Infantil, onde o mobiliário é adequado ao seu tamanho e toda a estrutura leva em conta as necessidades dessa faixa etária, que exige uma atuação centrada nos dois âmbitos abaixo citados. A estrutura curricular do 1º ano aproxima-se da matriz da Educação Infantil, e o tratamento didático de todas as áreas é lúdico, fazendo-se por jogos, dramatizações, muito som, imagem, movimento e cor.

INF lingua oral e escritaLíngua Oral e Escrita: A Educação Infantil tem assumido o lugar de ampliar as possibilidades da criança de expressar-se na linguagem oral, reconhecendo o importante papel dessa linguagem na sua constituição como sujeito falante. O desenvolvimento da fala depende das interações sociais, das possibilidades que a criança tem de observar e participar de situações comunicativas diversas. Desde o berçário, os bebês podem compreender o que se passa ao seu redor, antes mesmo de desenvolverem a fala. Quando se estabelecem conversas com eles em um processo intenso de comunicação, podem-se identificar desejos, sentimentos de ambos – bebê e educador – por outros sinais: balbucios, gestos, expressões faciais, entonação e modulação da voz. Educador e criança, conjuntamente, compartilham significados.

Com crianças maiores, o mesmo acontece, pois vivendo em situações do cotidiano vão aprendendo a se comunicar com diferentes propósitos: para pedir algo, contar alguma coisa que aconteceu e para se relacionar. Assim, é vivendo a linguagem oral no dia a dia que a criança vai aprendendo a fazer uso dela, apropriando-se do seu funcionamento e descobrindo a possibilidade de registro.

O mesmo processo inserido em usos no cotidiano aplica-se também à linguagem escrita. A construção da escrita é longa e se inicia nos primeiros anos de vida. Hoje, sabe-se que a criança, desde a mais tenra idade, está exposta à prática da leitura e escrita e, assim, tem a oportunidade de ir construindo gradativamente o conhecimento dessas linguagens no seu dia a dia, quando ouve uma história, vê o adulto lendo um jornal, utilizando um caderno de receitas, escrevendo um cartão de aniversário, conferindo uma conta de energia elétrica, entre outras práticas. Vivendo em uma sociedade urbana e letrada, essas linguagens são elementos fortes de comunicação entre as pessoas, e as crianças buscam compreendê-las nas práticas comunicativas orais e escritas.

Inúmeros materiais escritos presentes no mundo e nos espaços da Educação Infantil – como jornais, revistas, livros, cartazes, bilhetes, rótulos, convites, nomes das crianças, listas, receitas entre outros – e práticas de exploração oral – como recontar uma história, ditar uma carta, um bilhete, dar um recado, expressar-se oralmente seguindo “modelos” de linguagem, quando a criança assume o papel de um personagem no canto de faz de conta – são fundamentais, mas não adianta apenas tê-los disponibilizados pela sala. É a mediação do educador que fará a diferença, qualificando a relação da criança em suas possibilidades de expressão oral, leitura e escrita.

Portanto, a utilização de mecanismos básicos do sistema da Língua Portuguesa, para expressar-se e comunicar-se com outros, oralmente, nas múltiplas situações cotidianas com intenção comunicativa (rodas de conversa, horas de história, brincadeiras etc.) e por escrito, em atividades reais, é que favorecerá a progressão da garatuja à fase alfabética.

Obs.: A meta é que a criança atinja a fase alfabética ao final do 1º ano, ressalvando-se a diferença entre “atingir a fase alfabética” e “estar alfabetizado”. Alfabetização é processo de construção de escrita ortográfica e leitura fluente que se desenvolve ao longo das séries iniciais, num ciclo progressivo, com diferenças individuais de ritmo em que se encontram, via de regra dentro da normalidade do processo.

 

Língua Inglesa: Desde a Educação Infantil, as crianças conhecem os nomes de brinquedos e são capazes de compreender por que um filme tem legenda. Elas conseguem mexer nos comandos de controle remoto de aparelhos eletrônicos em que a escrita está em Inglês, ou seja, elas convivem com o Inglês em seu cotidiano, e tais experiências podem ser resgatadas nos primeiros anos de ensino.

Assim, o ensino da Língua Inglesa nos anos iniciais deve priorizar uma abordagem natural e comunicativa, utilizando-se da motivação das crianças, de jogos, brincadeiras, contação de histórias, atividades em duplas e grupos que são extremamente significativas para a infância e para o desenvolvimento da expressão. Por meio dessa abordagem os alunos se apropriam da heterogeneidade da língua, distante do foco puramente instrumental e/ou de metodologias de ensino que priorizam regras e estruturas gramaticais em detrimento da função comunicativa.

O desenvolvimento das habilidades de compreensão auditiva e oralidade deve ser prioridade na Educação Infantil na proposição de atividades diversificadas.

Espera-se que, ao ter contato com a língua estrangeira na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o aluno seja capaz de utilizar o conhecimento construído nas interações como base para melhor desempenho quando estiver nos anos finais do Ensino Fundamental, bem como contribuir para a consolidação de sua aprendizagem nas etapas seguintes.

 

INF artesArtes Visuais: A linguagem gráfico-plástica vai se constituindo progressivamente, modificando-se à medida que a criança vai crescendo e entrando em contato com a sua própria habilidade, a diversidade de materiais e as possibilidades da linguagem visual. Assim, quanto mais ela desenha, esculpe, molda e pinta com diferentes tintas, materiais (esponja, massinha, rolhas, argila etc.) e suportes (papel, madeira, tecido, pedra etc.), mais possibilidades terá de elaborar sua linguagem artística.

Para possibilitar o desenvolvimento da linguagem gráfico-plástica, é necessário organizar um ambiente favorável com materiais diversificados. Crianças pequenas têm grande curiosidade em explorar os materiais. Daí elas começarem, por exemplo, a pintura no papel e depois continuarem na roupa, nas paredes, no chão. Explorar essa curiosidade, trabalhando os sentidos na brincadeira e no jogo simbólico, é tarefa essencial da escola da infância.

O trabalho com o desenho tem grande importância, assim como as demais linguagens visuais: pintura, modelagem, construção tridimensional, colagens etc. São situações ricas em que a criança cria e recria, individualmente, formas expressivas. Enquanto representa, ela também brinca de faz de conta e verbaliza narrativas que exprimem sua capacidade imaginativa, ampliando sua forma de sentir e pensar. A sua produção tem, para ela, importante significado, já que é o resultado de suas leituras simbólicas carregadas de significados. Por isso, é imprescindível valorizar a produção infantil por meio de exposições em murais, sempre considerando que a criação artística é um ato pessoal da criança. Mais importante do que o resultado exposto é o processo expressivo da produção que ganha relevância no trabalho com as artes.

As Artes Visuais são, portanto, importantes estratégias de organização e apropriação de um pensamento simbólico em processo de constituição e devem ser ações articuladas do planejamento cotidiano.

 

Música: é uma linguagem muito importante na comunicação e expressão humana, pois integra aspectos sensíveis, afetivos, estéticos e cognitivos e promove a interação e a comunicação social. Desde o nascimento, as crianças estão inseridas num mundo de sons e música que favorecem a conexão cultural dela neste ambiente, conhecendo e se apropriando de sonoridades características do lugar onde vive. Assim, bebês e crianças maiores quando chegam às escolas já possuem um repertório musical do qual fazem parte sons familiares, músicas e canções entoadas pelas pessoas que conhecem.

Nas escolas, novos sons e repertórios passarão a fazer parte do mundo dos bebês e das crianças. O educador tem papel fundamental nesse processo, pois é ele o responsável pelo planejamento e sua execução; e, para isso, ele canta, promove brincadeiras sonoras e leva canções, abrindo um canal comunicativo de grande importância para a integração das crianças. Ainda estimulando suas vocalizações e brincadeiras com a própria voz, as crianças vão constituindo e explorando as possibilidades de comunicação com e pelo som.

À medida que crescem e se desenvolvem, as crianças ampliam suas habilidades de produzir sons. Elas descobrem fontes sonoras para além do seu corpo: batem objetos; sacodem chocalhos; empurram cadeiras, mesas, caixas; exploram instrumentos. Cantar para as crianças, convidá-las a cantar e cantar junto são ótimas oportunidades de proporcionar experiências de partilhar música com alegria e sensibilidade. O repertório apresentado às crianças precisa ser amplo e diversificado, expressar qualidade na produção para a infância, deve ser composto por canções infantis tradicionais, canções folclóricas de diferentes países, obras clássicas, populares, étnicas, cantadas e instrumentais. Enfim, um repertório amplo que qualifique a escuta das crianças, que favoreça a aprendizagem em que se pode ter muitos tipos de música, não apenas a que “supostamente” se apresenta como “universo infantil”.

 

Movimento (Educação Física): As crianças atuam, dão significado ao ambiente em que vivem, interagem com as pessoas e objetos e são interpretadas por seus parceiros, adultos e crianças, por meio do corpo e seus movimentos. A linguagem corporal constitui-se, assim, como outra possibilidade da criança de se apropriar criativamente de sua cultura e se comunicar com o mundo.

As crianças se movimentam desde que nascem e crescem adquirindo cada vez maior controle sobre seu próprio corpo. O caminho do crescimento e desenvolvimento que percorrem é traçado pela natureza das interações, possibilidades dos espaços e tipos de materiais disponíveis a que estão expostas. A significação do movimento da criança depende de habilidades motoras próprias de cada estágio de desenvolvimento que são fomentadas nesses espaços.

Nesse sentido, deve-se oferecer um ambiente físico e social onde as crianças sintam-se protegidas e acolhidas e, ao mesmo tempo, seguras e desafiadas para arriscarem-se e vencerem obstáculos, expandindo assim a sua capacidade física e motora.

 

INF matematicaMatemática: Os conceitos matemáticos são trabalhados de forma intencional a partir das experiências e vivências do dia a dia das crianças e de suas brincadeiras. A todo o momento, elas participam de situações que envolvem noções de grandezas e medidas de tempo, volume, peso, contagem; relações entre quantidades; noções de espaço e formas; leitura e escrita de números, classificações, associações e comparações diversas, além de operações aritméticas.

Pensar matematicamente não é o oposto de brincar, uma vez que o brincar inclui a resolução de problemas e o uso de estratégias, sejam eles iniciados pela criança ou pelo educador. Sabe-se que, para se aproximarem dos conhecimentos matemáticos, as crianças elaboram uma série de ideias e hipóteses provisórias, e é a reconsideração das ideias em diferentes momentos e sob diferentes perspectivas que permitirá a elas o avanço. Assim, a construção de conceitos matemáticos envolve: equivocar-se, revisar, analisar, refletir sobre ações realizadas, ou seja, construir conhecimentos de forma compatível ao modo e ao momento da criança de aprender, por meio de conversas e registros.

Para possibilitar aprendizagens, é necessário organizar um ambiente favorável com objetos e brinquedos presentes no mundo social que aproximem as crianças e favoreçam as experiências matemáticas.

Os diferentes tipos de jogos e brincadeiras próprios das infâncias (cantigas, dança das cadeiras, quebra-cabeças, labirintos, jogos de trilha, jogos de cartas etc.), também, constituem-se em um rico material, nos quais as noções matemáticas podem ser exploradas pelo educador intencionalmente por meio de perguntas e observações.

 

Natureza e Sociedade: Busca, prioritariamente, a exploração do mundo pelas crianças, do próprio corpo, do espaço a que pertencem, do reconhecimento e conhecimento das relações sociais de convivência (casa/rua/escola/comunidade próxima), das pessoas e dos objetos que estão nele, suas características e usos, dos elementos que compõem seu bairro e sua cidade, da natureza, plantas, animais, água, terra. É um trabalho que se propõe favorecer descobertas das transformações das coisas pela ação da natureza e pelo trabalho do homem.

Ao educador cabe tornar efetivas as possibilidades de desenvolvimento das crianças e de sua relação com o mundo, instigando-as, incentivando-as, desafiando-as na organização interna de informações. Encorajá-las a fazer perguntas e a construir conhecimentos por meio da observação, formulação de hipóteses, experimentação, registro, comunicação e interpretação de resultados. A pergunta e a indagação são os caminhos do trabalho significativo com natureza e sociedade onde a criança pequena é sujeito de suas aprendizagens e de seu desenvolvimento.

Para envolvê-las em descobertas sobre diversos materiais e suas características, é importante oferecer um ambiente de informações sobre a natureza e a sociedade, estimulante para o uso diário das crianças com diferentes conteúdos, materiais e equipamentos de fácil acesso a elas.

Com essa utilização mediada de diferentes fontes de observação e de pesquisa, para ampliação de conhecimentos e de recursos de aprendizagem, favorece-se o desenvolvimento do espírito investigativo.

 

Brincar: é o principal modo de expressão da infância. É uma linguagem, INF brincar 2por excelência, para a criança aprender, se desenvolver, explorar o mundo, ampliar a percepção sobre ele e sobre si mesma, organizar seu pensamento, trabalhar suas emoções, sua capacidade de iniciativa e de criar e se apropriar da cultura. As brincadeiras de faz de conta funcionam como cenário no qual as crianças tornam-se capazes não só de imitar a vida como também de transformá-la, constituindo-se uma atividade interna delas, baseada no desenvolvimento da imaginação e interpretação da realidade, sem ser ilusão ou mentira.

As crianças buscam superar contradições, motivadas pela possibilidade de lidar com o acaso e com a ficção quando assumem papéis e desenrolam um enredo construído pelas interações com outras crianças, sempre imprevisível. A brincadeira cria, então, novidades e permite à criança vivenciar concretamente a elaboração e negociação de regras de convivência e expressar uma visão própria do real, embora por ele marcado. Elas ainda elaboram sentimentos e emoções, ao mesmo tempo em que desenvolvem importantes habilidades, trabalham alguns valores de suas comunidades, examinam práticas do seu dia a dia, vivenciam outras formas de ser e pensar, são capturadas por representações sociais sobre determinados eventos.

Conforme crescem, as crianças ampliam seu domínio sobre as possibilidades de lidar com a estrutura do faz de conta, da brincadeira tradicional e dos jogos com regras que começam a ser muito apreciados à medida que elas vão se desenvolvendo.

 

Assembleia: Sabe-se, sem dúvida, que um dos objetivos da escola é a transmissão dos conteúdos acumulados historicamente. Entretanto, seu trabalho deve também contemplar a formação dos alunos para viver em sociedade de uma forma democrática, solidária, crítica, autônoma e participativa. Isso significa, entre outros, pensar em um trabalho que priorize a convivência democrática entre os alunos, professores e demais membros da comunidade escolar. Acredita-se não ser possível formar alunos, para viverem democraticamente, a partir de um ambiente onde as experiências e relações sejam de autoritarismo, violência, competição. Desse modo, deve-se atentar para os valores e práticas presentes na escola, para que o trabalho desenvolvido seja permeado por princípios pautados na democracia, na justiça, no respeito, na solidariedade e na cooperação. Ao mesmo tempo, é importante que as práticas busquem contemplar principalmente a participação de todos na vida escolar.

Assim, um dos pilares para a construção de um ambiente onde todos possam conviver democraticamente deve ser a participação das crianças nas decisões cotidianas do ambiente escolar. Baseada, nesses princípios, surge a ideia de Assembleia de Classe. Ela deve ser vista como um importante instrumento que permite aos estudantes participarem ativamente não só do planejamento de atividades, mas também da resolução de problemas de convivência entre as crianças no ambiente escolar. É, assim, um momento em que alunos e professores podem dialogar a respeito de todos os assuntos que interessam e que sejam pertinentes ao trabalho desenvolvido e à convivência do grupo. Para isso, as assembleias de classe devem ser encaradas como uma atividade habitual e necessária ao cotidiano da turma; ocorrendo semanalmente.

O conteúdo da assembleia é o conjunto de questões que uma sala propõe. Ela deve ser uma caixa de ressonância da vida do grupo. Os conteúdos da assembleia são:

A. Temas de trabalho escolar: Por que tanta lição de casa?; A aula de Matemática; O material de Arte que se perde!; Como ajudar os alunos com dificuldades?
B. Temas de organização de atividades: A preparação de férias; Assistimos ou não ao concurso na TV; As atividades do dia do livro; O campeonato de xadrez.
C. Temas de convivência: As brigas durante o futebol; Por que não deixam as meninas jogarem?; Há meninos que estão sempre insultando; Algumas meninas excluem outras; A norma de silêncio enquanto se trabalha; As normas da biblioteca.
D. Temas informativos: Informes dos líderes de sala de aula; As festas do bairro; O horário da quadra de esportes; Atividades extraclasse.

 

INF projetosProjeto:  A aprendizagem por projetos consiste na elaboração de um currículo em torno de problemas com ênfase em habilidades cognitivas e socioemocionais e no conhecimento, em ambiente de aprendizagem centrado no aluno, que utilize pequenos grupos e uma aprendizagem ativa em que os professores atuem como facilitadores. O centro do processo do projeto é o aluno, portanto, ele deve ter voz e poder de escolha nas formas de resolução do problema. Deve ser instigado a pesquisar e a buscar diferentes formas e recursos na resolução de problemas; aprendendo a trabalhar individualmente ou em pequenos grupos.

Os resultados dos alunos devem ser focados no desenvolvimento de habilidades, motivação e amor pela aprendizagem permanente e no uso de tecnologias do século XXI para resolução de problemas.

 

Eixos transversais de formação que articulam o currículo em toda a etapa – Humanística
A educação integral NÃO é uma modalidade; é um novo paradigma, por isso é importante retomar a concepção de INF humanisticaeducação como a que visa ao desenvolvimento do indivíduo em seus diversos aspectos: intelectual, afetivo, espiritual, social, ético, moral.   Integra os diversos tempos, espaços e agentes – as crianças e os jovens, as famílias, as escolas, as comunidades, as organizações sociais, as empresas e os governos. É a busca pelo desenvolvimento de aspectos que deem aos jovens e às crianças as condições físicas, psíquicas, cognitivas e culturais necessárias para uma vida pessoal digna e saudável e para poderem exercer e participar efetivamente da vida política e da vida pública da sociedade, de forma crítica e autônoma. Efetiva-se no currículo a partir das dimensões espiritual, cultural, socioambiental e socioemocional que transversalizam os componentes curriculares, pois se entende que a educação atende a dois objetivos: a instrução, ou seja, a necessidade de um currículo que assegure conteúdos mínimos e uma formação básica comum – e também a formação para o exercício da cidadania, que pode ser denominada como formação ética dos futuros cidadãos e cidadãs.

Língua Oral e Escrita
• Comunicar-se por meio de palavras, a fim de expressar desejos, necessidades e sentimentos;
• Interagir com objetos e outras pessoas por meio de situações mediadas pelo professor/educador, a fim de ampliar e construir novos conhecimentos e desenvolver o pensamento;
• Ampliar seu vocabulário por meio de músicas, narrativas (poemas, histórias, contos, parlendas, conversas) e brincadeiras, a fim de desenvolver sua capacidade de comunicação;
• Perceber que as imagens e os gestos representam ideias para relacioná-los à sua vivência;
• Observar a escrita do seu nome associado a símbolos para familiarizar-se com ele;
• Familiarizar-se aos poucos com a escrita, por meio da participação em situações nas quais se faz necessário, para ter noção da sua função social ;
• Dramatizar situações do cotidiano no sentido de manifestar as experiências vividas e ouvidas.

Movimento
• Compreender as suas potencialidades motoras, pois movimentar-se representa o entendimento pessoal do mundo, e, assim sendo, as atividades propostas possibilitarão aos alunos vivências de movimento, noção da divisão de espaço, construção coletiva, desenvolvendo os domínios afetivos – social, motor e cognitivo;
• Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
• Explorar as possibilidades de gestões e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interações;
• Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao andar, correr, pular – desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
• Desenvolver equilíbrio e coordenação;
• Explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamentos etc.;
• Reconhecer progressivamente os segmentos e elementos do próprio corpo por meio de exploração das brincadeiras;
• Explorar diferentes posturas corporais;
• Desenvolver expressão de sensações e ritmos corporais por meio de gestos, da postura e da linguagem oral.

Arte
• Familiarizar-se com a escuta de obras musicais variadas;
• Participar de situações que integrem músicas e movimentos corporais;
• Explorar materiais que produzem sons;
• Explorar materiais adequados à confecção de objetos sonoros;
• Fazer rodas de cantoria, por meio da improvisação, no momento em que os instrumentos criados estiverem prontos;
• Vivenciar uma outra maneira de se expressar e se comunicar, por meio da música;
• Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
• Apreciar obras de arte relacionadas às atividades trabalhadas;
• Utilizar, explorar e reconhecer diferentes movimentos gestuais, visando à produção de marcas gráficas;
• Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas apresentadas, desenvolvendo o gosto pela arte;
• Vivenciar outra maneira de se expressar e se comunicar;
• Experimentar diversos materiais, explorando as texturas.

Natureza e Sociedade
• Perceber-se como um ser único e individual, com características próprias;
• Identificar e reconhecer partes do corpo;
• Desenvolver hábitos de higiene, aprendendo a cuidar de si;
• Reconhecer os membros da família, a fim de perceber-se como parte integrante de um grupo;
• Conhecer regras básicas de convivência, a fim de facilitar sua integração com as demais pessoas de seu convívio;
• Adaptar-se gradativamente à rotina da sala de aula, conhecendo a sequência dos fatos de modo a adquirir maior independência e atuar de forma cooperativa;
• Explorar objetos pessoais e do meio em que vive, conhecendo suas características, propriedades e função social para que possa utilizá-los de forma independente de acordo com suas necessidades;
• Aprender brincadeiras que demonstrem a tradição cultural da nossa comunidade e de outras;
• Observar a escola e seu entorno, a fim de explorar outros espaços, percebendo os elementos que compõem a paisagem do lugar onde vive.

Matemática
• Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem e relações espaciais;
• Proporcionar um ambiente matematizador, onde possam interagir e avançar no processo de construção do raciocínio lógico-matemático;
• Desenvolver habilidades de quantificar e comparar elementos;
• Ter confiança em sua capacidade para lidar com situações matemáticas desconhecidas.

Língua Oral e Escrita
• Expressar ideias e sentimentos, respondendo e formulando perguntas, comunicando suas experiências, descrevendo lugares, pessoas e objetos com mediação a fim de possibilitar a organização do pensamento;
• Ouvir e participar de narrativas (poemas, histórias, contos, parlendas, músicas, conversas) com o intuito de compreender o significado de novas palavras e ampliar seu vocabulário;
• Dramatizar situações do cotidiano e narrativas (textos literários, adivinhas, informativos, trava-línguas, cantigas, quadrinhas, músicas, notícias e poemas), no sentido de manifestar experiências vividas e ouvidas;
• Falar e escutar atentamente em situações do cotidiano a fim de interagir socialmente;
• Selecionar os sons que lhes são dirigidos, como músicas, comandos e histórias;
• Conhecer e reproduzir oralmente cantigas e parlendas;
• Identificar o próprio nome, bem como os nomes dos colegas da turma;
• Conhecer a linguagem gráfica: desenhos, marcas, símbolos, a fim de identificar sua representação no cotidiano;
• Conhecer a escrita do seu nome associado a símbolos para identificá-los em situações diversas;
• Realizar pseudoleitura com diversos materiais em brincadeiras de faz de conta sem a preocupação da escrita real, com o objetivo de familiarizar-se com o mundo letrado.

Movimento
• Explorar as diferentes posturas corporais, como sentar-se em diferentes inclinações, deitar-se em diferentes posições, ficar ereto apoiado na planta dos pés com e sem ajuda etc.;
• Ampliar progressivamente a destreza para deslocar-se no espaço por meio da possibilidade constante de arrastar-se, engatinhar, rolar, andar, correr, saltar etc.;
• Aperfeiçoar os gestos relacionados com a preensão, o encaixe, o traçado no desenho, o lançamento etc., por meio da experimentação e utilização de suas habilidades manuais em diversas situações cotidianas.

Arte
• Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;
• Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
• Explorar e manipular materiais, como lápis e pincéis de diferentes texturas e espessuras, brochas, carvão, carimbo etc.; de meios, como tintas, água, areia, terra, argila etc.; e de variados suportes gráficos, como jornal, papel, papelão, parede, chão, caixas, madeiras etc.;
• Explorar e reconhecer diferentes movimentos gestuais, visando à produção de marcas gráficas;
• Cuidar do próprio corpo e dos colegas no contato com os suportes e materiais de arte;
• Cuidar dos materiais, dos trabalhos e dos objetos produzidos individualmente ou em grupo.

Natureza e Sociedade
• Observar e ter conhecimento de si próprio;
• Observar as diferentes composições familiares, a fim de conhecer a diversidade familiar;
• Conhecer e praticar algumas regras de convivência para que o convívio em sociedade ocorra de maneira respeitosa;
• Adaptar-se gradativamente à rotina da sala de aula, conhecendo a sequência dos fatos de modo a adquirir maior independência, autonomia e atuar de forma cooperativa;
• Explorar objetos pessoais e do meio em que vive, conhecendo suas características, propriedades e função social para que possa utilizá-los de forma independente de acordo com suas necessidades;
• Observar objetos produzidos em diferentes épocas e por diferentes grupos sociais a fim de perceber algumas características deles;
• Desenvolver atitudes de cuidado no uso de objetos do cotidiano a fim de prevenir acidentes, bem como a conservação deles;
• Observar o entorno a fim de conhecer outros espaços, percebendo os elementos que compõem a paisagem do lugar onde vive;
• Estabelecer algumas relações entre casa, a fim de perceber semelhanças e diferenças entre os espaços;
• Desenvolver ações referentes aos cuidados com o uso consciente da água, destinação correta do lixo, conservação do patrimônio público bem como da moradia, a fim de contribuir com a preservação do meio ambiente;
• Conhecer o próprio corpo e explorar suas habilidades físicas, motoras e perceptivas;
• Formar hábitos de alimentação;
• Perceber que o ser humano possui características específicas, a fim de diferenciá-lo dos demais animais;
• Identificar que existem animais de estimação e animais que são nocivos a fim de diferenciá-los no meio em que vivem;
• Incentivar os cuidados com a alimentação, com a higiene e no trato dos animais a fim de valorizá-los;
• Identificar os animais nocivos bem como os males que podem causar aos seres vivos;
• Perceber que existem diferentes tipos de plantas a fim de reconhecer que algumas fazem parte da nossa alimentação;
• Perceber diferentes utilidades dos elementos naturais (sol, água, ar e solo) em seu cotidiano a fim de reconhecê-los como essenciais aos seres vivos.

Matemática
• Utilizar a contagem oral nas brincadeiras e em situações nas quais as crianças reconheçam sua necessidade;
• Classificar quantidades, utilizando a linguagem oral e a notação numérica;
• Identificar a posição de um objeto ou número numa série, explicitando a noção de sucessor e antecessor;
• Representar as quantidades dos números nos diferentes contextos em que se encontram (muito/pouco, mais/menos);
• Introduzir noções de medida de tamanho, massa, capacidade e temperatura pela utilização de unidades convencionais e não convencionais;
• Marcar o tempo por meio de calendário;
• Explorar e identificar propriedades geométricas de objetos e figuras;
• Localizar-se espacialmente pela utilização de limites, pontos de referência e deslocamento;
• Ter noções de proximidade, interioridade e direcionalidade;
• Uso de gráficos para organização dos dados coletados a partir de assuntos de interesse das crianças e para problematizar sobre o que essas representações possibilitam.

Língua Oral e Escrita 
• Participar de situações que envolvam a necessidade de explicar e relatar suas ideias e pontos de vista, desenvolvendo sua habilidade comunicativa;
• Expressar ideias e sentimentos, respondendo, formulando perguntas e comunicando suas experiências, descrevendo lugares, pessoas e objetos;
• Participar de situações de leitura colaborativa dos diferentes gêneros (textos informativos, instrucionais e narrativos) realizada pelos adultos, com o intuito de ampliar seu vocabulário, compreender o significado de novas palavras e construir frases com maior organização e clareza;
• Aproximar-se progressivamente do uso social e convencional da língua;
• Reconhecer a função social da escrita;
• Identificar o próprio nome e o nome dos colegas da classe para realizar a leitura deles em situações significativas no cotidiano;
• Grafar o próprio nome sem apoio visual em situações significativas no cotidiano;
• Familiarizar-se com a escrita, por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de textos;
• Participar de situações de interlocução, demonstrando habilidades de ouvir para compreender e produzir textos orais, percebendo a existência de uma coerência textual (início, meio e fim);
• Participar de situações de escritas coletivas, tendo o professor e/ou educador como escriba, a fim de perceber como as ideias se organizam, bem como a necessidade do uso de letras para a escrita de palavras;
• Realizar a pseudoleitura de gêneros variados, com o objetivo de ampliar sua visão do mundo letrado;
• Registrar ideias e sentimentos por meio de diversas atividades (desenhos, colagens, dobraduras etc.).

Movimento
• Participar das atividades do conhecimento do corpo, respeitando a organização e a sequência dos exercícios, auxiliando aqueles que têm mais dificuldade e aceitando ajuda dos que têm mais competência;
• Utilizar as habilidades de conhecimento do corpo, nas situações lúdicas, buscando solucionar os conflitos de forma não violenta;
• Deslocar-se com destreza no espaço por meio da possibilidade constante de rolar, arrastar, engatinhar, andar, correr, saltar, girar;
• Conhecer os ambientes da escola para a prática da Educação Física;
• Imitar movimentos em diferentes posturas (em pé, sentado, deitado) na realização de tarefas motoras;
• Experimentar atividades de equilíbrio estático e dinâmico, atuando com autonomia nas situações do dia a dia.
• Participar das brincadeiras, respeitando as regras, a organização e não discriminando os colegas;
• Demonstrar brincadeiras aprendidas fora do contexto escolar;
• Desfrutar de diferentes manifestações de cultura corporal presentes no cotidiano.

Arte
• Experimentar as diversas possibilidades de representação das cores, utilizando o próprio corpo e instrumentos como brochas, lápis, giz de cera e massa de modelar, a fim de promover a sensibilização e a percepção;
• Reconhecer as cores presentes na natureza e no cotidiano, nomeando-as, com o objetivo de fazer a correspondência entre cores e objetos;
• Explorar diversos materiais (brochas, lápis, giz de cera, massa de modelar, esponja, giz de quadro) para perceber as diversas possibilidades obtidas;
• Experimentar e manusear materiais de diferentes espessuras e texturas (papelão, papéis, chão, madeiras, caixas, tecidos, lixas e elementos naturais) para que percebam suas características e estimulem o desenvolvimento da coordenação motora fina;
• Explorar os elementos das artes visuais (ponto e linha) a fim de que sejam reconhecidos nas produções artísticas e em suas próprias produções;
• Conhecer obras de arte e relacionar os elementos presentes nelas com o seu cotidiano, para que se construam as primeiras relações entre elas;
• Produzir composições bidimensionais (desenho, colagem) e tridimensionais (escultura) com o intuito de estimular a criatividade, a criticidade, a socialização e a valorização do processo artístico.

Língua Inglesa
• Compreender comandos simples, tanto fisicamente quanto verbalmente; responder Yes/No questions; empregar vocabulário e expressões em inglês em situações contextualizadas de uso da língua em sala de aula;
• Compreender e recontar histórias curtas e músicas com auxílio de imagens, sons e movimentos físicos.
Natureza e Sociedade • Conhecer, praticar e respeitar algumas regras de convivência social;
• Observar as diferentes composições familiares, a fim de valorizar e respeitar a cultura e a dinâmica existentes em cada grupo familiar;
• Reconhecer a si e ao outro, a partir de características biológicas, psicológicas e culturais, percebendo-se como um sujeito único;
• Perceber as características do meio social ao qual se insere, a fim de reconhecer os papéis desempenhados pela família e meio em que vive, conhecendo assim suas características, propriedades e função social;
• Ter noção de algumas características de objetos produzidos em diferentes épocas e por diferentes grupos sociais a fim de perceber suas transformações;
• Estabelecer algumas relações entre casa e escola, a fim de perceber semelhanças e diferenças entre os espaços;
• Observar o trajeto casa e escola e vice-versa, a fim de conhecer e relatar os elementos que compõem a paisagem do percurso e suas modificações;
• Desenvolver ações sustentáveis referentes aos cuidados com o meio ambiente como: o uso consciente da água, a destinação correta do lixo e a conservação do patrimônio público e da moradia;
• Perceber que o ciclo de vida dos seres vivos é composto por diferentes fases;
• Identificar alguns animais nocivos bem como os males que podem causar à saúde humana;
• Identificar os elementos (sol, ar, água e solo) enquanto produtores de fenômenos da natureza, a fim de perceber sua influência na vida humana (chuva, seca, frio e calor);
• Identificar os animais domésticos bem como suas características.

Matemática
• Utilizar a contagem oral nas diferentes situações do cotidiano por meio de atividades lúdicas e da manipulação de objetos;
• Resolver situações-problema em seu cotidiano;
• Representar e comparar quantidades;
• Estabelecer relação número-quantidade;
• Reconhecer a função social dos números;
• Observar em atividades de sua rotina a lógica da sequência temporal: manhã/tarde, dia/noite para que possa reconhecer a estruturação da passagem do tempo;
• Conhecer as características e regularidades do calendário e da rotina diária;
• Ter noção de capacidade: cheio e vazio; grandeza: pequeno, grande, maior, menor, igual, diferente, grosso, fino, comprido, curto, baixo e alto; massa: pesado e leve; tempo: ontem/hoje; antes/depois;
• Reconhecer a aplicabilidade dos vocabulários acima em seu cotidiano;
• Classificar objetos em diferentes situações de acordo com critérios: tamanho, forma, cor, espessura, a fim de que se reconheça semelhanças e diferenças nos objetos de seu cotidiano;
• Fazer uso de instrumentos convencionais e não convencionais para estabelecer relações de medidas e grandezas no dia a dia;
• Identificar os pontos de referência para situar-se e deslocar-se no espaço;
• Reconhecer e nomear figuras geométricas planas: triângulo, círculo, quadrado e retângulo;
• Observar objetos tridimensionais;
• Familiarizar-se com gráficos e tabelas por meio da elaboração, leitura e interpretação desses elementos como forma de representar dados obtidos em situações de contexto da criança.

Língua Oral e Escrita 
• Interagir com outras pessoas por meio de situações diversas, a fim de ampliar e construir novos conhecimentos e desenvolver o pensamento;
• Participar de situações que envolvam a necessidade de explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista para desenvolver sua habilidade comunicativa;
• Expressar ideias e sentimentos, respondendo e formulando perguntas, comunicando suas experiências, descrevendo lugares, pessoas e objetos;
• Participar em situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos (textos informativos, instrucionais e narrativos) com o intuito de compreender o significado de novas palavras, tornando sua comunicação mais objetiva e estruturada;
• Utilizar a linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias, preferências, sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações do cotidiano, a fim de desenvolver sua habilidade comunicativa;
• Relatar as experiências vividas com o intuito de organizar a sequência temporal dos fatos;
• Elaborar perguntas e respostas, a fim de explicitar suas dúvidas, compreensão e curiosidade diante das diferentes situações com as quais contata;
• Participar de situações que envolvam a necessidade de argumentar suas ideias e seus pontos de vista e de questionar as ideias e os pontos de vista do outro;
• Conhecer, reproduzir e criar jogos verbais no intuito de perceber a sonoridade das palavras;
• Observar, manusear e realizar leitura hipotética de materiais impressos a fim de familiarizar-se com gêneros textuais;
• Valorizar a leitura como fonte de prazer, de entretenimento e de comunicação a fim de desenvolver o comportamento leitor;
• Participar de situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita, apresentando hipóteses a respeito do valor sonoro das letras;
• Escrever o próprio nome em situações de jogos e quando for necessária sua identificação pessoal, recorrendo ou não a um referencial;
• Reconhecer e identificar as letras do alfabeto em contexto ao valor sonoro convencional para relacionar grafema/fonema;
• Respeitar sua própria produção e a dos colegas, valorizando-as;
• Participar de situações de interlocução, demonstrando habilidades de ouvir para compreender e produzir textos orais;
• Produzir textos coletivos, tendo o educador como escriba a fim de perceber como as ideias se organizam bem como as convenções da língua escrita;
• Perceber a sequência de ideias em imagens e textos ouvidos a fim de despertar para a coerência textual (início, meio e fim);
• Registrar ideias e sentimentos por meio de diversas atividades (exemplos: desenhos, colagens, dobraduras).

Movimento

• Relacionar os segmentos e elementos do corpo com as possibilidades de interagir com o outro e com o meio;
• Explorar diferentes qualidades do movimento como: força, velocidade, resistência e flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites e as potencialidades do corpo;
• Reconhecer que as diversas formas de se movimentar favorecem a orientação e o deslocamento no espaço escolar;
• Identificar que algumas alterações do próprio corpo são provocadas pelo esforço físico: excesso de excitação, cansaço e elevação de batimentos cardíacos;
• Atuar com autonomia nas situações do dia a dia, externando pensamentos e sentimentos;
• Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras, jogos e demais situações de interação;
• Executar a movimentação de habilidades motoras da ginástica a partir de brincadeiras, demonstrando cooperação e responsabilidade;
• Desfrutar de diferentes manifestações da cultura corporal presentes no cotidiano;
• Praticar normas simples de hábitos pessoais em relação a atividade física: lavar as mãos e rosto, vestuário, postura e alimentação saudável;
• Reconhecer que o ambiente físico para a prática da Educação Física é seguro e acolhedor; preparado para se arriscar e vencer desafios;
• Cooperar nas atividades de grupo, respeitando os combinados e as regras estabelecidas.

Arte
• Experimentar as diversas possibilidades de representação das cores primárias e a formação das cores secundárias por meio de tintas e massa de modelar, a fim de descobrir seu processo de formação;
• Reconhecer as cores presentes na natureza, no cotidiano e em obras de arte, classificando-as em primárias e secundárias, com o objetivo de fazer a correspondência entre cores, imagens e objetos;
• Explorar os elementos das artes visuais (ponto, linha e plano), objetivando o reconhecimento deles nas produções artísticas e em suas próprias produções;
• Conhecer obras de arte, seus criadores e relacionar os elementos presentes nelas com o seu cotidiano, para que se construam as primeiras relações entre elas e seu contexto histórico;
• Criar desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir de seu próprio repertório e da utilização dos elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma, cor, espaço e textura;
• Produzir composições bidimensionais (desenho, releitura, colagem) e tridimensionais (escultura) com o intuito de estimular a criatividade, a criticidade, a socialização e a valorização do processo artístico.
Língua Inglesa • Compreender comandos simples, tanto fisicamente quanto verbalmente; responder Yes/No questions; empregar vocabulário e expressões em inglês em situações contextualizadas de uso da língua em sala de aula;
• Compreender e recontar histórias curtas e músicas com auxílio de imagens, sons e movimentos físicos.
Natureza e Sociedade
• Reconhecer e praticar algumas regras de convivência para que o convívio em sociedade ocorra de maneira respeitosa;
• Observar as diferentes composições familiares, a fim de valorizar a cultura existente em cada grupo familiar;
• Reconhecer a si e ao outro, a partir de características biológicas, psicológicas e culturais, identificando-se como único no grupo, ampliando sua autoconfiança;
• Conhecer modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sociais do presente e do passado, a fim de reconhecer as relações de mudanças e permanências nos costumes;
• Conhecer diferentes formas de expressão cultural, a fim de valorizar o patrimônio cultural do seu grupo social;
• Identificar objetos pessoais e do meio em que vive, conhecendo suas características, propriedades e função social para que possa utilizá-los de forma independente de acordo com suas necessidades;
• Reconhecer algumas características de objetos produzidos em diferentes épocas e por diferentes grupos sociais, a fim de perceber suas transformações;
• Utilizar com cuidado os objetos do cotidiano a fim de obter sua manutenção, mantê-los conservados e prevenir acidentes;
• Conhecer as relações entre seres humanos e a natureza, a fim de perceber as formas de transformação e utilização dos recursos naturais;
• Estabelecer algumas relações entre casa e escola a fim de perceber semelhanças e diferenças entre os espaços;
• Observar o trajeto casa e escola e vice-versa, a fim de conhecer e relatar os elementos que compõem a paisagem do percurso e suas modificações;
• Desenvolver ações referentes aos cuidados com o uso consciente da água, destinação correta do lixo, a fim de contribuir com a preservação do meio ambiente;
• Perceber as relações de interdependência entre os seres vivos e de dependência desses com os componentes naturais, a fim de compreender o funcionamento do meio ambiente e sua participação integrante na vida em sociedade;
• Reconhecer as características comuns dos seres humanos em relação aos outros animais: moradia, formas de locomoção, alimentação e nascimento, a fim de perceber as semelhanças e diferenças entre eles;
• Conhecer os elementos (sol, ar, água e solo) enquanto produtores de fenômenos da natureza, a fim de perceber sua influência na vida humana (chuva, seca, frio e calor).

Matemática
• Identificar a função social do número em diferentes contextos (como quadro de aniversário, calendário, painel de pesos e medidas, número de sapatos) a fim de reconhecer as diversas utilidades do número em seu dia a dia;
• Representar e comparar quantidades em contextos diversos (desenhos, objetos, brincadeiras, jogos), estabelecendo a correspondência “um a um” entre as quantidades;
• Representar quantidades por meio de desenhos e da manipulação de diferentes objetos, jogos e brincadeiras, utilizando a linguagem oral, o reconhecimento da notação numérica e/ou registros convencionais e não convencionais;
• Reconhecer a ordenação de objetos, sendo capaz de dar continuidade a uma sequência e/ou organizá-la seguindo critérios de ordenação, a fim de favorecer o desenvolvimento do raciocínio lógico;
• Resolver problemas que envolvam as ideias de adição, subtração e divisão (ideia de repartir) com base em materiais concretos, ilustrações, jogos e brincadeiras para reconhecimento dessas ações em seu cotidiano;
• Realizar agrupamentos, utilizando a quantidade, a fim de estabelecer aproximações com diferentes possibilidades de contagem;
• Utilizar instrumentos convencionais (metro, régua) e não convencionais (palmo, pé, barbante, palitos) para comparar elementos de seu meio, estabelecendo relações entre distância, tamanho, comprimento e espessura, reconhecendo a aplicabilidade desse vocabulário no seu cotidiano;
• Utilizar instrumentos convencionais (balança) e não convencionais (como xícara, colher, sacos de areia) para comparar elementos de seu meio, estabelecendo relações entre leve e pesado, reconhecendo a aplicabilidade desse vocabulário em seu dia a dia;
• Utilizar instrumentos convencionais (litro) e não convencionais (como garrafas, xícaras, copos) para comparar elementos de seu meio, estabelecendo relações entre cheio e vazio, reconhecendo a aplicabilidade desse vocabulário em seu dia a dia;
• Observar, em atividades de sua rotina, a lógica da sequência temporal: manhã/tarde, dia/noite, ontem/hoje/amanhã, para que possa reconhecer a estruturação da passagem do tempo;
• Reconhecer as características e regularidades do calendário: semana/dia/mês/ano e da rotina diária, favorecendo a construção de noções temporais;
• Reconhecer em atividades de sua rotina diária os conceitos agora/depois, cedo/tarde, depressa/devagar, primeiro/último, para que possa perceber que a atividade desenvolvida por si e por seus colegas acontece num determinado tempo e duração;
• Dispor objetos de acordo com uma sequência, que não precisa ser determinada, a fim de ser capaz de organizar fatos ou acontecimentos de uma história ou do dia a dia, de acordo com a ordem em que aparecem;
• Percorrer rotas e trajetos a partir de dados e orientações preestabelecidas, a fim de melhor orientar-se no espaço e saber representá-lo;
• Reconhecer pontos de referência de acordo com as noções de proximidade, interioridade e direcionalidade a fim de descrever oralmente e representar com desenhos a sua posição, a posição de pessoas e objetos no espaço, utilizando vocabulário pertinente em situação do cotidiano;
• Reconhecer e nomear figuras geométricas;
• Explorar propriedades geométricas de objetos e figuras a fim de comparar essas formas, estabelecendo relações e identificando características;
• Observar e manusear os sólidos geométricos;
• Representar bidimensionalmente por meio de desenhos, da planificação e do contorno, as figuras planas e tridimensionalmente, por meio da massinha de modelar, blocos de encaixe e caixas variadas, sólidos geométricos e esculturas, a fim de potencializar o desenvolvimento do seu pensamento geométrico;
• Realizar classificação de objetos em diferentes situações de acordo com critérios: tamanho, forma, cor, espessura a fim de separá-los por categorias, observando suas semelhanças e diferenças;
• Familiarizar-se com gráficos e tabelas por meio da elaboração, leitura e interpretação desses elementos como forma de representar dados obtidos em situações cotidianas e problemas propostos.
Língua Oral e Escrita
• Relatar fatos que compõem episódios cotidianos, ainda que com apoio de recursos e/ou do professor;
• Escutar atentamente o que os colegas falam em uma roda de conversa, respeitando opiniões, ocupando seu turno de fala adequadamente;
• Comentar notícias veiculadas em diferentes mídias: rádio, TV, internet, jornais, revistas etc.;
• Usar o repertório de textos de tradição oral, tais como parlendas, quadrinhas, adivinhas, para brincar e jogar;
• Reconhecer e utilizar rimas em suas brincadeiras;
• Identificar parlendas, quadrinhas, adivinhas e outros textos de tradição oral apresentados pelo professor;
• Ajustar o falado ao escrito a partir dos textos já memorizados, tais como parlendas, quadrinhas e outros do repertório de tradição oral;
• Localizar palavras num texto que sabe de memória, tais como as brincadeiras cantadas, adivinhas, quadrinhas, parlendas e demais textos do repertório da tradição oral;
• Localizar um nome específico numa lista de palavras do mesmo campo semântico (nomes, ingredientes de uma receita, peças do jogo etc.);
• Distinguir algumas características básicas dos textos informativos e jornalísticos e conhecer os diferentes usos e funções desses portadores;
• Ler legendas ou parte delas a partir das imagens e de outros índices gráficos;
• Apreciar a leitura e comentar suas preferências;
• Antecipar significados de um texto escrito a partir das imagens/ilustrações que o acompanham ou dos marcadores característicos de cada gênero;
• Identificar legendas e levantar hipóteses sobre seu significado;
• Recitar o nome de todas as letras, apontando-as;
• Associar as letras ao próprio nome e aos dos colegas;
• Recorrer ao alfabeto exposto na sala, quadro de presença, listas diversas etc. para escrever em situações de prática social;
• Escrever o nome próprio e o de seus colegas onde isso se fizer necessário;
• Produzir listas em contextos necessários a uma comunicação social: lista de ingredientes para uma receita, títulos de histórias lidas, brincadeiras preferidas etc.;
• Arriscar-se a escrever segundo suas hipóteses;
• Antecipar significados de um texto escrito;
• Usar conhecimentos sobre as características estruturais das narrativas clássicas ao produzir um texto, ditando ao professor, respeitando as normas da linguagem em que se escreve;
• Emitir comentários pessoais e opinativos sobre o texto lido.
• Reescrever e/ou produzir textos de autoria, com apoio do professor, utilizando procedimentos de escritor: planejar o que vai escrever, considerando a intencionalidade, o interlocutor, o portador e as características do gênero; fazer rascunhos; reler o que está escrevendo, tanto para controlar a progressão temática quanto para melhorar outros aspectos – discursivos ou notacionais – do texto; (Estes tópicos fazem parte de Educação Física?)
• Revisar textos (próprios e de outros), coletivamente, com a ajuda do professor ou em parceria com colegas, do ponto de vista da coerência e da coesão, considerando o leitor.

Educação Física
• Ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos, e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação;
• Valorizar e ampliar as possibilidades estéticas do movimento pelo conhecimento e a utilização de diferentes modalidades de brincadeira, jogos, ginástica, danças e pré-esportivos;
• Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para utilização em jogos, brincadeiras, danças e demais situações;
• Participar de diversas atividades, adotando atitudes cooperativas e solidárias, sem qualquer tipo de discriminação;

Arte
• Reconhecer nos seres, nos objetos e nas paisagens naturais e artificiais características expressivas das artes visuais (ponto, linha, forma, cor, textura, luz, movimento etc.);
• Perceber a possibilidade de imitar expressões faciais por diferentes pessoas e animais;
• Perceber a possibilidade de inventar expressões faciais, sentimentos e sensações;
• Criar manifestações e produções das artes visuais a partir de estímulos diversos (tais como a ação, a emoção, a observação de modelos naturais e artificiais, a apreciação de obras de arte);
• Desenhar com uma ou mais linhas de base, trabalhando figura e fundo, criando figuras e utilizando a cor de forma expressiva, com a sua marca pessoal;
• Planejar, executar e finalizar trabalhos artísticos e brincadeiras, cuidando dos materiais e da limpeza do ambiente de trabalho.

Língua Inglesa
• Usar estruturas na língua inglesa contextualizadas em situações de sala de aula;
• Usar grupos de palavras (chunks of language);
• Começar a reconhecer as formas gráficas da escrita, com vistas à compreensão escrita e não a produção, e que não seja de forma obrigatória ou avaliativa;
• Ser capaz de discriminar fonemas/sons da língua, para diferenciar, por exemplo, green X gray; hat X head; red X head etc.

História e Geografia:
HISTÓRIA
• Identificar o próprio grupo de convívio e as relações que estabelecem com outros tempos e espaços;
• Organizar alguns repertórios histórico-culturais que lhes permitam localizar acontecimentos numa multiplicidade de tempo, de modo a formular explicações para algumas questões do presente e do passado;
• Conhecer e respeitar o modo de vida dos grupos sociais, em diversos tempos e espaços, em suas manifestações culturais, econômicas, políticas e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles;
• Reconhecer mudanças e permanências nas vivências humanas, presentes na sua realidade e em outras comunidades, próximas ou distantes no tempo e no espaço;
• Questionar sua realidade, identificando alguns de seus problemas e refletindo sobre algumas possíveis soluções, reconhecendo formas de atuação política institucionais e organizações coletivas da sociedade civil;
• Utilizar métodos de pesquisa e de produção de textos de conteúdo histórico, aprendendo a ler diferentes registros escritos, iconográficos, sonoros;
• Valorizar o patrimônio sociocultural e respeitar a diversidade, reconhecendo-a como direito dos povos e indivíduos e como elemento de fortalecimento da democracia;
• Situar o aluno no momento em que vive;
• Situar-se é perceber os fatos que acontecem em uma dinâmica de relações espaciais, próximas e distantes, e numa multiplicidade temporal e espacial; portanto espera-se que os estudantes, ao longo dos cinco anos do Ensino Fundamental, possam desenvolver conhecimentos relacionados à leitura do mundo em que vivem, sendo capazes de:
• conhecer a organização do espaço geográfico a partir das interações entre a sociedade e os processos da natureza em suas múltiplas relações, de modo a compreender o papel das sociedades na construção e na produção da paisagem;
• identificar e avaliar ações humanas em sociedades em diferentes recortes espaciais e temporais, de modo a construir referenciais que possibilitem uma participação propositiva e reativa nas questões socioambientais locais;
• reconhecer aspectos das diferentes espacialidades e temporalidades em seu cotidiano;
• reconhecer que as melhorias nas condições de vida, os direitos políticos, os avanços técnicos e tecnológicos e as transformações socioculturais são conquistas decorrentes de conflitos e acordos, que ainda não são usufruídos por todos os seres humanos.
GEOGRAFIA
• Identificar o lugar como espaço vivido e produto das ações humanas em interação com o ambiente;
• Conhecer e utilizar métodos de pesquisa da Geografia e adquirir as primeiras noções da espacialidade por meio da alfabetização cartográfica;
• Saber utilizar a linguagem gráfica para obter informações e representar a espacialidade dos fenômenos geográficos;
• Reconhecer mudanças e permanências na paisagem pelo estudo dos fatos culturais que as produziram em diferentes tempos e contextos sociais;
• Fazer leitura de imagens, dados e documentos de variadas fontes de informação, de modo a interpretar, analisar e relacionar informações sobre o espaço geográfico e as diferentes paisagens;
• Valorizar o patrimônio sociocultural e respeitar a diversidade, reconhecendo-a como direito dos povos e indivíduos e como elemento de fortalecimento da democracia.

Ciências
• Reconhecer algumas diferenças entre o conhecimento científico e o senso comum;
• Propor questões e formas de investigação;
• Expor suas ideias, explicando-as coerentemente com base nos conhecimentos científicos construídos;
• Diferenciar seres vivos e não vivos;
• Agrupar seres vivos distintos em uma mesma categoria;
• Reconhecer e valorizar a biodiversidade;
• Compreender que plantas e animais são seres vivos que merecem cuidados;
• Reconhecer a existência de outros seres vivos que não são animais e plantas;
• Reconhecer o ciclo vital como característica dos seres vivos;
• Identificar semelhanças e diferenças entre os ciclos vitais de diferentes seres vivos;
• Refletir sobre a importância de um ambiente saudável para a promoção da saúde individual e coletiva;
• Entender o caminho percorrido pelos alimentos no corpo humano;
• Valorizar os cuidados com o corpo para a manutenção da saúde;
• Reconhecer a importância de uma alimentação saudável para a vida do corpo;
• Identificar alimentos que fazem parte de uma alimentação saudável.

Matemática
• Reconhecer os números naturais de 1 a 50, utilizando-os adequadamente nos diferentes contextos;
• Refletir sobre o conceito de números naturais, estabelecendo relação entre número e quantidade;
• Identificar as regularidades numéricas no quadro dos 50;
• Entender os diferentes significados das quatro operações e utilizá-los, mesmo que de maneira não sistematizada, para resolver problemas;
• Compreender os processos de adição e subtração e aplicar as noções dessas operações em situações de diferentes tipos;
• Identificar as formas geométricas trabalhadas, destacando semelhanças e diferenças;
• Reconhecer os sólidos geométricos estudados, identificando características semelhantes e diferentes entre eles;
• Orientar-se no tempo e espaço, sendo capaz de reconhecer e descrever posições de um objeto a partir de referenciais próprios;
• Desenvolver o esquema corporal, valorizando suas funções como meio para transformar o mundo em que vive;
• Identificar as noções de tempo, utilizando vocabulário próprio para descrever as atividades diárias;
• Entender e comparar medidas convencionais e não convencionais;
• Aplicar os conhecimentos de medição nos diferentes contextos;
• Reconhecer a importância da estimativa como fonte de identificação de prováveis resultados;
• Observar a realidade para coletar dados e analisá-los de modo a construir gráficos e tabelas;
• Comparar informações em tabelas e gráficos, valorizando esses modos de registro;
• Valorizar os processos matemáticos como meio de compreender e modificar seu mundo.

Na Educação Infantil – e também no 1º ano –, o registro do desenvolvimento e da aprendizagem de cada criança e do grupo, no qual se insere, dá-se por meio de relatórios individuais, em que as observações, reflexões e intervenções do educador expressam as características de cada criança e suas relações interpessoais. Lembramos que, no 1º ano, além dos relatórios, serão distribuídos pontos para a composição das médias trimestrais e finais.

Os relatórios são descrições feitas pelo educador, em parceria com a Coordenação de Série e a Orientação Educacional, comunicadas periodicamente aos pais, que se mantêm continuamente informados sobre o desenvolvimento integral de sua criança, também, através de atendimentos individuais.

Em linguagem descritiva, sem juízos de valor, constrói-se a história de desenvolvimento de cada criança e do grupo, coordenando-se diferentes pontos de vista de educadores. Esse registro é disponibilizado, trimestralmente, online, para que os pais acompanhem o desenvolvimento de seus filhos.

Equipe
Horários
Calendário
Biblioteca
Material Escolar

Veja as notícias do dia a dia da Educação Infantil

Colégio São Luís promove atividades durante a Semana Nacional do Trânsito

Crianças do Maternal II ao 1º ano participaram de brincadeiras sobre educação no trânsito

Educação Infantil e Ensino Fundamental I estudam o surgimento, o uso ético e reflexivo das tecnologias

Trabalho buscou mostrar que a tecnologia não está restrita aos meios digitais.

Brincar: uma experiência de cultura

Sueli Marciale, Diretora da Educação Infantil, EF I e Integral do CSL, escreve sobre a importância do brincar para o desenvolvimento infantil.

Em tudo amar e servir

Segundo semestre é iniciado no Colégio São Luís com atividades que resgatam ensinamentos de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus

Mais Cursos do Colégio São Luís

Infraestrutura

Conheça o Colégio São Luís

Loading...