A rotina de pegar um livro emprestado da biblioteca ganhou mais significado desde o início de agosto, quando as turmas do Infantil 2 ao 1º ano do Fundamental passaram a partilhar a história lida com os colegas, assumindo o papel de pequenos contadores de histórias.

Ao introduzir a proposta, os educadores da biblioteca fizeram os alunos perceberem como é possível alterar a nossa entonação para dar mais vida à história, até mesmo mudando a voz para mostrar quando a fala é de um ou de outro personagem. Explicaram que, ao contar suas histórias, eles teriam o desafio de ficar de frente para os colegas, sentados na sala estilo anfiteatro. E quando estivessem ouvindo, deveriam prestar atenção à história do amigo.

O aluno Murilo Macedo, do Infantil 4, mostrou na prática como é que se faz, ao contar a história A pena, escrita por Katja Reider (Editora Brinquee-Book): “Aí a toupeira falou: Pode entrar!”, disse ele, afinando a voz na fala do animal.

Seu colega Leonardo Magaldi leu Nicolau tinha uma ideia, de Ruth Rocha (Ed. Salamandra) e, apoiado nas imagens, disse, sem titubear: “Ele ficou com todas as ideias, com muitas ideias, e perguntou: será que isso é bom?”. Ao que a turma, entretida, respondeu. Sim, êêêê!!!